REGULAMENTO CANÔNICO DA CRD SUL I


REGULAMENTO CANÔNICO DA CRD SUL I

CONSELHO EPISCOPAL REGIONAL SUL 1 – CNBB

DECRETO


Presidência do Conselho Episcopal Regional Sul 1 – CNBB


O Presidente do Conselho Episcopal Regional Sul 1 – CNBB, no exercício da atribuição que lhe é conferida,
CONSIDERANDO
Que a Comissão Episcopal Representativa, órgão representativo e permanente do Conselho Episcopal Regional Sul 1 – CNBB, reunida em São Paulo no dia 15 de setembro de 2005, aprovou o regulamento da Comissão Regional dos Diáconos Permanentes – Regional Sul 1 – CNBB,
DECRETA
Que seja publicado, entrando em vigor nesta data.
São Paulo, 20 de junho de 2006.



Dom Nelson Westrupp, scj
Bispo Diocesano de Santo André
Presidente do Conselho Episcopal Regional Sul 1 – CNBB


Dom Airton José dos Santos
Bispo Diocesano de Mogi das Cruzes
Secretário Regional do Conselho Episcopal Regional Sul 1 - CNBB


COMISSÃO REGIONAL DOS DIÁCONOS – CRD
REGIONAL SUL 1 - CNBB

REGULAMENTO DA COMISSÃO REGIONAL DOS DIÁCONOS PERMANENTES
REGIONAL SUL 1 - CNBB

CAPÍTULO I – DA DENOMINAÇÃO E NATUREZA DA COMISSÃO

Artigo 1º - A Comissão Regional dos Diáconos Sul 1, doravante designada pela sigla CRD - SUL 1, é uma instituição vinculada ao Conselho Episcopal Regional Sul 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB , cujas diretrizes segue, e relacionada com a Comissão Episcopal Pastoral que a CNBB lhe designar, na qual os diáconos do Estado de São Paulo expressam e concretizam, no plano regional, a comunhão hierárquica com os presbíteros e os bispos, na edificação do Corpo de Cristo, que é a Igreja.

Artigo 2º - A CRD - Sul 1 é a instituição que congrega diáconos do Estado de São Paulo, sinais sacramentais de Cristo Servo, e que, como expressão da fraternidade ministerial, colabora na realização de uma Igreja Servidora e Missionária, juntamente com os cristãos leigos e leigas, presbíteros e bispos.

Artigo 3º - A CRD - Sul 1 reger-se-á conforme as prescrições do Código de Direito Canônico, das Diretrizes para o Diaconado no Brasil emanadas da CNBB, e do presente Regulamento, sendo representada ativa e passivamente por uma Diretoria constituída na forma regulamentar, tendo como foro e sede principal a cidade de São Paulo, e sua sede administrativa na localidade onde reside o seu Presidente.

Parágrafo único. Obtido o registro competente, a CRD – Sul 1 poderá erigir-se em pessoa jurídica de caráter religioso, sem fins lucrativos, sendo que o Estatuto Civil e suas modificações somente terão valor jurídico se receberem aprovação do Conselho Episcopal Regional Sul 1 - CNBB, com a autonomia e limitações previstas no presente Regulamento.

CAPÍTULO II – DAS FINALIDADES DA COMISSÃO E DA DIRETORIA

Artigo 4º - A CRD – Sul 1 tem por finalidade promover a vivência da comunhão diaconal em todo o Estado de São Paulo, nos âmbitos diocesano e regional, para alcançar as seguintes metas: confraternização, partilha de vida e experiências, promoção da vocação diaconal, incentivo à criação e funcionamento das escolas diaconais, formação permanente e proposição de linhas gerais de ação.

Artigo 5º - A Diretoria da CRD – Sul 1 representa os diáconos do Estado de São Paulo, em âmbito regional, em sintonia com o Conselho Episcopal Regional Sul 1 - CNBB, como organismo vinculado, e sob a permanente autoridade dos respectivos ordinários.

§ 1º. No cumprimento dos seus objetivos, a Diretoria da CRD – Sul 1 promoverá a integração e comunhão dos diáconos do Estado de São Paulo, nos âmbitos regional e diocesano, nos termos do artigo anterior;

§ 2º. Representará o diaconado do Estado de São Paulo junto ao Conselho Episcopal Regional Sul 1 – CNBB e demais organismos nacionais, regionais e diocesanos;
§ 3º. Encaminhará ao Conselho Episcopal Regional Sul 1 - CNBB os assuntos que, a seu juízo, convêm que sejam tratados em âmbito regional, ou diocesano, relativos à vida da Igreja e à Ordem do Diaconado;
§ 4º. Participará das assembléias gerais do Conselho Episcopal Regional Sul 1 - CNBB, quando a isso for convidada;
§ 5º. Incentivará o relacionamento e o intercâmbio entre os órgãos representativos dos diáconos nos âmbitos regionais, diocesanos e, quando houver, os interdiocesanos;
§ 6º. Transmitirá aos órgãos representativos diocesanos, e aos diáconos, diretamente, as solicitações de estudos e fomentará a conveniente aplicação das normas traçadas pela CNBB;
§ 7º. Promoverá cursos de formação permanente, encontros, seminários, congressos, retiros e outros, para os diáconos, candidatos, esposas e filhos;
§ 8º. Implementará as linhas de ação aprovadas pelas Assembléias Gerais dos Diáconos.

CAPÍTULO III – COMPOSIÇÃO DA CRD Sul 1

Artigo 6º - Integram a CRD – Sul 1 os diáconos do Regional Sul 1 da CNBB, no pleno exercício da Ordem do Diaconado.

Artigo 7º - Nas dioceses que já possuem diáconos, haverá um órgão representativo nos âmbitos diocesano, com a organização e atribuições estabelecidas pelos respectivos regulamentos, compatíveis com o presente, e aprovados pelo bispo diocesano, atendendo-se as seguintes diretrizes:

a) Os órgãos representativos diocesanos terão tantos membros quantos lhes sejam facultados pelos estatutos, com mandato de 04 (quatro) anos, permitindo-se a reeleição por uma única vez consecutiva;

b) Os referidos órgãos representativos terão, em sua área de abrangência, atribuições análogas às da Diretoria da CRD – Sul 1;

c) Os referidos órgãos representativos deverão destinar à CRD – Sul 1 as contribuições dos diáconos de sua área de atuação, para a manutenção de suas atividades regulamentares.

Parágrafo único. Os órgãos representativos diocesanos adequarão os seus regulamentos, para que os mandatos das suas diretorias coincidam com o mandato da Diretoria da CRD – Sul 1.

Artigo 8º - Não tendo sido constituído o órgão representativo diocesano, poderão ser criados órgãos Interdiocesanos, com as mesmas atribuições, os quais se relacionarão com a Diretoria da CRD – Sul 1, na forma estabelecida no presente Regulamento.

CAPÍTULO IV - DAS ASSEMBLÉIAS GERAIS

Artigo 9º - A Assembléia Geral dos Diáconos, que pode ser ordinária ou extraordinária, composta pelos diáconos do Estado de São Paulo, em pleno exercício da Ordem do Diaconado, é o seu órgão máximo, resguardadas as prerrogativas estabelecidas pelo Direito Canônico; representa, no plano regional, a expressão do amor e da unidade dos diáconos na realização de uma Igreja servidora e missionária, para um mundo solidário e fraterno.

§ 1º. As Assembléias Ordinárias são as que se realizam de 04 (quatro) em 04 (quatro) anos, em dias a serem marcados com a antecedência mínima de 06 (seis) meses, dando-se ampla divulgação;

§ 2º. A Assembléia Extraordinária é aquela convocada para fins determinados e urgentes;

§ 3º. A convocação das Assembléias Gerais Ordinárias far-se-á por edital publicado no Boletim Informativo da Comissão Regional dos Diáconos, ou ofício assinado pelo Presidente e pelo Secretário, com antecedência mínima de 03 (três) meses, no qual deverá constar a indicação do local, dia, hora e temário a ser tratado;

§ 4º. A convocação das Assembléias Gerais Extraordinárias poderá ser feita pelo Presidente ou pelo Bispo responsável pelo acompanhamento da caminhada dos diáconos do Regional Sul 1, no Conselho Episcopal Regional Sul 1 - CNBB;

§ 5º. Em caso de necessidade, poderá haver a limitação de participantes, destinando-se o número de 02 (duas) vagas para cada 10 (dez) diáconos por diocese.

Artigo 10 - Nessas Assembléias, os diáconos integrantes da Diretoria que terminarem seus mandatos, deverão apresentar relatórios sucintos de suas atividades, inclusive as contas da Tesouraria.

Artigo 11 - A Diretoria se responsabilizará pela organização de cada Assembléia Geral, sendo o Presidente da Diretoria o Presidente nato da Assembléia, podendo delegar essa função a outro membro da Diretoria.

§ 1º. Quando se tratar de Assembléia Geral Extraordinária, de acordo com o Artigo 9º, § 4º, ausente o Presidente da Diretoria, o Presidente da Assembléia será eleito entre os membros presentes;

§ 2º. No cumprimento do encargo previsto no caput deste Artigo, a Diretoria poderá contratar serviços de terceiros, quando julgar conveniente;


Artigo 12 - Caberá à Assembléia Geral:

a) Eleger o Presidente para o quatriênio que se inicia nessa data;

b) Apreciar o relatório das atividades e a prestação de contas dos membros da Diretoria que terminaram o mandato;

c) Aprovar as linhas de ações, cronogramas, programas e propostas para a caminhada do diaconado no quatriênio;

d) Aprovar e modificar o Regulamento da CRD - Sul 1;

e) Apresentar, discutir, desenvolver, estudar e avaliar temas diversos do interesse do diaconado do Regional, em condições semelhantes aos trabalhos desenvolvidos em congressos, seminários, encontros e outros eventos, sem prejuízo do disposto no Capítulo VIII deste Regulamento.

Artigo 13 - Poderão ser convidados para a Assembléia Geral, a critério da Diretoria, bispos, presbíteros, pessoas de vida consagrada, cristãos leigos e leigas, e candidatos ao diaconado.

§ 1º. Terão direito de votar e ser votados os diáconos do Regional, no pleno exercício da Ordem do Diaconado, presentes à Assembléia, de acordo com o limite de vagas previsto na convocação, podendo ser eleitos os ausentes;

§ 2º. Os demais participantes terão direito à voz, mas sem direito a voto;

§ 3º. O bispo designado pelo Conselho Episcopal Regional Sul 1 - CNBB para acompanhar a CRD – Sul 1 terá assento junto à Diretoria e Assembléia.

CAPÍTULO V – DA ORGANIZAÇÃO E ATRIBUIÇÕES DA DIRETORIA

Artigo 14 - A CRD – Sul 1 é dirigida por uma Diretoria composta por um diácono Presidente, eleito em Assembléia; por um Vice-Presidente, um Secretário e um Tesoureiro, escolhidos entre os órgãos representativos diocesanos, por eles mesmos e pelo Presidente eleito; e por tantas outras funções quantas forem necessárias para o bom funcionamento da Diretoria.

§ 1º. Os presidentes dos órgãos representativos diocesanos, que não fazem parte da Diretoria, formam um Conselho Consultivo, a ser convocado pela Diretoria, quando esta julgar necessário, oportunidade em que terão direito à voz, mas não ao voto;

§ 2º. O Conselho Econômico e Fiscal será eleito pela Assembléia Geral, por maioria simples;

§ 3º. Nos regionais onde não houver constituído o órgão representativo, o responsável pela comissão provisória ou o diácono interlocutor autorizado dos diáconos, assumirá as vezes do Presidente do órgão representativo diocesano, com todas as atribuições previstas no presente Regulamento, inclusive, podendo participar da Diretoria e do Conselho Consultivo;

§ 4º. O mandato do Presidente eleito em Assembléia será de 04 (quatro) anos, podendo haver reeleição para mais um período imediatamente sucessivo; e dos demais membros, enquanto perdurarem os seus mandatos nos respectivos órgãos representativos regionais, até o mesmo limite do Presidente da Diretoria.

§ 5º. Excepcionalmente, a critério da Diretoria, os demais membros, referidos no parágrafo anterior, poderão continuar, durante o mandato em curso, no exercício do Cargo da Diretoria da CRD – Sul 1, até o término do mandato do Presidente eleito, mesmo após cessarem os seus mandatos nos respectivos órgãos representativos diocesanos.

Artigo 15 - A Diretoria poderá nomear tantos assessores quantos forem necessários ao bom desempenho de suas atribuições.

Artigo 16 - A Diretoria reunir-se-á, ordinariamente, uma vez por trimestre, de acordo com o calendário a ser estabelecido na última reunião ordinária do ano anterior; e, extraordinariamente, tantas vezes quantas forem necessárias.

§ 1º. A Diretoria reunir-se-á e deliberará com a maioria simples dos seus membros, presentes à reunião; havendo empate, o Presidente decidirá;

§ 2º. As reuniões da Diretoria poderão contar com a presença de assessores, os quais terão direito à voz, mas não terão direito ao voto.

Artigo 17 - As atribuições de cada um dos membros da Diretoria são fixadas por este Regulamento, conforme segue, respeitadas sempre as prescrições canônicas e as diretrizes nacionais para o diaconado:

§ 1º - Atribuições do Presidente:

a) Presidir a Diretoria e a CRD – Sul 1, representando-a em juízo e fora dele, sendo, por isso, o seu interlocutor nato junto à CNBB, seus órgãos, organismos, entidades e demais instituições nacionais;

b) Executar e fazer executar o presente Regulamento;

c) Convocar os membros para as reuniões, indicando o local, o dia e hora da reunião;

d) Assinar os documentos e comunicados oficiais da CRD – Sul 1 e da sua Diretoria;

e) Convocar, de acordo com as decisões da Diretoria, pessoas competentes, para prestar serviços especiais de assessoria em casos específicos;

f) Diligenciar a obtenção de recursos para as atividades da Diretoria e da CRD – Sul 1;

g) Movimentar contas bancárias, em conjunto com o Tesoureiro, ou isoladamente;

h) Adquirir e vender, em cumprimento à decisão colegiada da Diretoria, bens imóveis, em nome na CRD – Sul 1.

§ 2º - Atribuições do Vice-Presidente:

a) Substituir o Presidente em suas ausências ou impedimentos;

b) Quando se tratar de vacância, o Vice-Presidente sucederá, temporariamente, o Presidente, devendo convocar a Diretoria e o Conselho Consultivo, os quais elegerão o sucessor que completará o mandato em curso do Presidente, elegendo-se entre os presidentes dos órgãos representativos regionais o novo Vice-Presidente; caso em que, o escolhido para completar o mandato do Presidente, poderá ser reconduzido ao cargo, por duas eleições consecutivas, nos termos do art. 14, § 4º, do presente Regulamento;

c) Excepcionalmente, quando se tratar de vacância do Presidente e do Vice-Presidente, serão chamados a suceder, na forma da alínea anterior, o Secretário, o Tesoureiro, ou ainda, qualquer outro membro da Diretoria, desde que também vacantes esses cargos.

§ 3º Atribuições do Secretário:

a) Organizar e manter atualizados o cadastro e o arquivo da CRD – Sul 1;

b) Lavrar e escriturar as atas da Diretoria e dos demais eventos da CRD – Sul 1;

c) Cuidar da correspondência e sistematização de seus documentos;

d) Fazer tudo quanto for necessário para auxiliar o Presidente, inclusive acompanhando-o em seus deslocamentos, quando convocado;

e) Fazer o relatório anual das atividades da Diretoria.

§ 4º. Atribuições do Tesoureiro:

a) Receber, guardar, depositar e cuidar dos recursos da CRD – Sul 1;

b) Movimentar contas bancárias, em conjunto com o Presidente, ou isoladamente;

c) Manter em dia a escrituração contábil dos recursos e elaborar os balancetes e balanços, colocando-os à disposição para serem fiscalizados pelos órgãos competentes.

CAPÍTULO VI – DO CONSELHO ECONÔMICO E FISCAL

Artigo 18 – O Conselho Econômico e Fiscal será composto por 03 (três) membros, eleitos na forma estabelecida pelo art. 14, § 2º deste Regulamento, tendo por atribuição:

a) Responder às consultas formuladas pela Diretoria nas questões de gestão de recursos e patrimônio;

b) Fiscalizar a arrecadação e aplicação dos recursos e o patrimônio da CRD – Sul 1;

c) Examinar os balancetes e balanços da Tesouraria, facultando-lhe o livre acesso à documentação pertinente, podendo solicitar esclarecimentos e requisitar documentos para o pleno exercício de suas atribuições;

d) Emitir parecer fundamentado sobre as contas, balancetes, balanços, relatórios da gestão dos recursos e do patrimônio da CRD – Sul 1;

e) Comunicar ao Presidente ou ao Conselho Episcopal Regional Sul 1 - CNBB as irregularidades encontradas, sugerindo as soluções adequadas;

f) Aprovar ou rejeitar, motivadamente, os balancetes, balanços e relatórios.

Parágrafo único. Os membros do Conselho Econômico e Fiscal podem participar das reuniões da Diretoria, com direito à voz, mas não ao voto, competindo-lhe a elaboração do seu próprio regimento.

CAPÍTULO VII - DA ELEIÇÃO E POSSE DA DIRETORIA

Artigo 19 - O Presidente será eleito, em votação secreta, pelos diáconos presentes à Assembléia Geral Ordinária, de acordo com a limitação de vagas na convocação, não se admitindo voto por representação ou procuração.

Artigo 20 - A eleição far-se-á de acordo com o estabelecido no presente Regulamento, aplicando-se, subsidiariamente, as normas estatuídas pelos Cânones 119; 164 usque 179, todos do Código de Direito Canônico.

§ 1º. Considerar-se-á eleito, para o Cargo de Presidente, o candidato que obtiver maioria absoluta dos votos dos diáconos do Regional Sul 1, presentes à Assembléia, de acordo com o artigo anterior;

§ 2º. Não havendo maioria absoluta no primeiro escrutínio, haverá um segundo, do qual participarão os dois candidatos mais votados, oportunidade em que será eleito o candidato que obtiver o maior número de votos;

§ 3º Em caso de empate, proceder-se-á a um terceiro escrutínio;

§ 4º. Persistindo o empate, será eleito o candidato com maior tempo de ordenação, e, em caso de coincidência de data de ordenação, o mais velho em idade;

§ 5º. Os demais membros da Diretoria serão escolhidos entre os Presidentes dos órgãos representativos diocesanos, de acordo com o contido no art. 14 do presente Regulamento;

§ 6º. A Diretoria eleita deverá ser homologada pelo Conselho Episcopal Regional Sul 1 - CNBB.

Artigo 21 - Compete à Diretoria designar 03 (três) membros para compor a Junta Eleitoral, escolhidos entre os diáconos presentes, sendo um deles designado Presidente da Junta Eleitoral, a qual será encarregada de organizar, realizar e fiscalizar a eleição do Presidente da Diretoria da CRD – Sul 1, do Conselho Econômico e Fiscal, bem como apurar os votos, proclamar os eleitos e lavrar a ata da eleição, na mesma Assembléia Geral;

§ 1º. As decisões da Junta Eleitoral serão tomadas pela maioria de seus membros, cabendo recurso à Diretoria, que o decidirá de plano, também por maioria;

§ 2º. As candidaturas ao cargo de Presidente deverão estar registradas até 24 horas antes do início das eleições, perante a Junta Eleitoral, com a concordância expressa do candidato, mediante entrega da ficha padronizada fornecida pela Junta Eleitoral;

§ 3º. Excepcionalmente, admitir-se-á o registro de candidatura a Presidente da CRD – Sul 1, de um diácono ausente, desde que observadas as prescrições do parágrafo anterior;

§ 4º. Por ocasião do pedido do registro o candidato deverá apresentar a anuência do respectivo Ordinário.

§ 5º. Os membros do Conselho Econômico e Fiscal poderão ser eleitos pela Assembléia Geral, em votação aberta, por aclamação, dentre aqueles que se candidatarem.

Artigo 22 – A Diretoria eleita responderá, provisoriamente, pela CRD – Sul 1 até a posse automática e definitiva, que se dará com a homologação oficial do Conselho Episcopal Regional Sul 1 - CNBB.

§ 1º. Recusada a homologação, o próprio Conselho Episcopal Regional Sul 1 - CNBB ou a Diretoria eleita, convocará uma Assembléia Geral Extraordinária, na forma do presente Regulamento;

§ 2º. Enquanto não houver a eleição prevista no parágrafo anterior, consideram-se válidos todos os atos praticados pela Diretoria eleita.

Artigo 23 - A Diretoria da CRD – Sul 1 fica encarregada de dar ampla divulgação aos estudos, deliberações e demais atos das Assembléias Gerais a todos, particularmente aos diáconos, cabendo-lhe, ainda, o registro e guarda dos documentos oriundos das referidas Assembléias.

CAPÍTULO VIII – DOS CONGRESSOS, SEMINÁRIOS, ENCONTROS E OUTROS EVENTOS

Artigo 24 – Os congressos, seminários, encontros e outros eventos promovidos pela CRD – Sul 1 serão programados e realizados pela Diretoria, franqueada a participação dos diáconos, esposas, filhos, candidatos e outros convidados.

Parágrafo único. Por medida de comodidade e economia, os congressos nacionais de diáconos poderão realizar-se concomitantemente com as assembléias gerais ordinárias ou extraordinárias, se isso for o mais conveniente na ocasião.

CAPÍTULO IX – DO PATRIMÔNIO E DO FUNDO DE MANUTENÇÃO

Artigo 25 - A CRD – Sul 1 contará com recursos de um fundo próprio, para prover as suas despesas, formado através de contribuições dos diáconos do Brasil, doações, rendimentos e outras receitas.

§ 1º. As contribuições dos diáconos serão efetuadas na forma prevista nos estatutos dos respectivos órgãos representativos diocesanos;

§ 2º. Por decisão da Diretoria, com os Presidentes dos órgãos diocesanos, as contribuições poderão ser arrecadadas pela Diretoria da CRD – Sul 1, e repassadas aos órgãos representativos diocesanos, competindo-lhe definir o valor, a periodicidade e o rateio;

§ 3º - Para a administração do fundo de manutenção será aberta conta bancária, em nome da CRD – Sul 1, ou em nome do Presidente e do Tesoureiro, enquanto não adquirida a personalidade jurídica própria, movimentável em conjunto ou isoladamente.

Artigo 26 – A CRD – Sul 1 poderá receber ou adquirir patrimônio próprio, consistente em móveis ou imóveis, a serem empregados direta ou indiretamente na consecução de sua finalidade própria.

CAPÍTULO X - DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS

Artigo 27 - O presente Regulamento será apresentado e aprovado na mesma Assembléia Geral, mas passará a vigorar somente após a sua revisão e aprovação pelo Conselho Episcopal Regional Sul 1 - CNBB, por seu órgão encarregado.

Parágrafo único. O mesmo procedimento deverá ser adotado nas alterações e modificações posteriores à vigência.

Artigo 28 - Em caso de extinção da CRD – Sul 1, o que apenas ocorrerá por decisão tomada em Assembléia Geral Extraordinária, para isso expressamente convocada, com a anuência prévia do Conselho Episcopal Regional Sul 1 - CNBB, não havendo a criação de outro organismo com idêntica ou semelhante finalidade, o seu patrimônio, se houver, será transferido ao Conselho Episcopal Regional Sul 1 - CNBB.

§ 1º. A eventual decisão pela extinção, somente terá valor jurídico com a expressa aprovação do Conselho Episcopal Regional Sul 1 - CNBB;

§ 2º. Existindo outro organismo, com finalidade idêntica ou semelhante, para este transferir-se-á o patrimônio de que trata o caput deste artigo.

Artigo 29 - Os casos omissos ou duvidosos serão decididos pela Diretoria da CRD – Sul 1, após consulta ao Bispo responsável pelo acompanhamento da caminhada do diaconado do Regional, da Comissão Episcopal Regional Sul 1 - CNBB.

Parágrafo único. O Conselho Episcopal Regional Sul 1 - CNBB poderá atualizar de ofício a nomenclatura dos organismos referidos no presente Regulamento, sem consulta à Assembléia Geral dos Diáconos, quando houver a definição ou alteração dessa nomenclatura.

Artigo 30 – A Diretoria eleita fica autorizada a acolher e inserir as modificações ao presente Regulamento, que o Conselho Episcopal Regional Sul 1 - CNBB julgar dever pedir, sem que para isso tenha que se convocar uma Assembléia Geral.

Parágrafo único. Se a Diretoria eleita julgar que essas modificações alterem substancialmente a vontade manifestada pela Assembléia Geral, poderá convocar uma Assembléia Geral Extraordinária para dirimir a questão.

Artigo 31 – Revogam-se as disposições em contrário.

Aparecida/SP, 03 a 05 de dezembro de 2.004.

(XI Encontro Estadual de Diáconos e Esposas com Maria, do Regional Sul 1 e 1ª Assembléia Geral Extraordinária convocada pela atual CRD Sul 1))



Diác. Odélcio Calligaris Gomes da Costa
Presidente da CRD – Sul 1

Diác. José Carlos Pascoal
Secretário da CRD – Sul 1

Dom Diógenes Silva Matthes
Bispo de Franca/SP
Responsável pelo Acompanhamento da CRD - Sul 1

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