terça-feira, 2 de janeiro de 2018

“Então é Natal, e o que você fez? O ano termina, e nasce outra vez…”



 “Então é Natal, e o que você fez? O ano termina, e nasce outra vez…”

Pois é… 2017 terminou e depois de um ano inteiro de altos e baixos, de turbulências e recomeços, de acidentes inexplicáveis e atentados terroristas apavorantes, enfim, depois de um ano que parecia que não ia terminar nunca, finalmente olhamos para trás e pensamos: “nossa… já estamos no final do ano…”
O tempo as vezes parece que está passando muito rápido não é mesmo? Ou será que estamos cada dia mais atarefados e percebendo menos os pequenos sinais do dia a dia e as diversas alegrias que eles podem nos oferecer?
Quanto tempo faz que, em meio a tantas informações (in)úteis, você não se senta num banco de praça para simplesmente contemplar as crianças brincando, as flores se abrindo, o sol se pondo, o ar que entra e sai automática e freneticamente de seus pulmões, enfim, quanto tempo faz que você não sente de verdade a vida que existe aí dentro de você?
É isso mesmo… muitas pessoas talvez nunca tiraram um tempo para relaxar de verdade, deixar a vida ditar o ritmo das coisas, mesmo que por poucos minutos…
Estamos cada vez mais com menos tempo para fazer o que realmente importa em nossa vida… e a sensação no final do ano é a de que não aproveitamos como deveríamos ter aproveitado os momentos… daí bate aquele sentimento estranho, parecido com uma frustração e insatisfação… aquela vontade de que no ano que se aproxima as coisas possam ser diferentes… e passamos então a fazer promessas descabidas, que sabemos que não vamos conseguir cumprir, mas servem para aliviar a ansiedade instalada em nosso ser…
E porque não conseguiremos cumprir as promessas de ano novo? Porque é que tentamos nos enganar? Será mesmo que não podemos fazer com que esse ano de 2018 seja realmente diferente?
Para levarmos uma vida mais leve, mais criativa, precisamos entender primeiro que isso não vai cair do céu. Não conseguiremos cumprir nossas promessas se não planejarmos direito como iremos fazer isso acontecer.
Normalmente acontece assim: estipulamos uma meta agressiva (afinal o ano é longo, então posso prometer que vou alcançar o que eu quiser), mas nos esquecemos de quebrar essa meta em pequenos objetivos para serem atingidos antes da meta final.
Quando vemos esses “pequenos” objetivos no papel, fica  mais fácil cumprir um a um, e até mesmo superá-los.
Ao estipularmos uma meta ousada, podemos (pra não dizer “devemos”) quebrar essa meta em objetivos menores, que, completados um após outro (como etapas), farão com que a meta principal seja alcançada. E devemos celebrar cada “pequena meta” concluída para nos sentirmos motivados a continuar caminhando.
Dessa maneira não teremos que nos sentir culpados ou frustrados quando o ano chegar ao fim… quando, em dezembro de 2018, você ouvir novamente o famoso “Então é Natal, e o que você fez?”, você poderá olhar para trás e perceber que, se o objetivo maior não foi alcançado ainda, pequenas etapas já foram concluídas, fazendo com que o objetivo esteja certamente mais próximo da realização. Ao se lembrar das celebrações pelas “pequenas conquistas”, se sentirá feliz, por ter aproveitado cada momento como uma vitória.
É a maneira mais curta de responder à questão principal colocada neste texto: “Será mesmo que não podemos fazer com que o ano de 2018 seja realmente diferente?” Depende só de você!
Que suas metas sejam realizáveis e as ações sejam sempre firmes com direção ao seu Caminho, seja ele qual for. Desejo a você, um ano novo para uma vida nova, com mais criatividade (e atividade).
Esse ano termina, mas outro novinho em folha, começa outra vez! 
E no próximo ano continuaremos evoluindo por aí.