domingo, 30 de agosto de 2015

FORMAÇÃO DOS DIÁCONOS E ESPOSAS - 29 E 30/08/2015

NOS DIAS 29 E 30/08/2015 OS DIÁCONOS DA NOSSA DIOCESE E SUAS ESPOSAS PARTICIPARAM DA FORMAÇÃO PERMANENTE, NO SEMINÁRIO DA NOVA SUÍÇA. SOB AS ORIENTAÇÕES DO NOSSO ASSESSOR PADRE EUGÊNIO PESATTO, ESTUDARAM O DOCUMENTO Nº 100 DA CNBB - COMUNIDADES DE COMUNIDADES: UMA NOVA PARÓQUIA.





































domingo, 23 de agosto de 2015

VOCAÇÃO DO LEIGO





"Permanece firme naquilo que aprendeste e aceitaste como certo; tu sabes de quem o aprendeste. Desde a tua infância conheces as Sagradas Escrituras; elas têm o poder de comunicar-te a sabedoria que conduz à salvação pela fé em Cristo Jesus." (2Tm 3,14-15)
O leigo, com suas experiências de participação nos problemas, desafios e urgências do mundo, está sempre trazendo para a Igreja os anseios e as esperanças da humanidade de seu tempo e, ao mesmo tempo, e enriquecendo o mundo com as sabedorias da Boa-Nova de Cristo que traz em si.

O leigo não desempenha uma atividade específica, ele pode atuar no mundo da política, da educação, dos meios de comunicação social, da economia, da realidade social, da cultura, das ciências, das artes, da realidade internacional, entre outros. Sua tarefa é transformar tudo isso conforme o projeto de Jesus Cristo, construindo o Reino de Deus na história, criando fraternidade.

Além desta presença ativa no mundo, o Espírito Santo distribui entre os leigos dons e carismas para servirem mais diretamente a comunidade eclesial, através dos ministérios. Ex: catequese, liturgia, ministério da Eucaristia, da palavra, do canto, da saúde, da promoção social, entre outros.

LEIGO DO GREGO “LAÓS” =POVO. POVO NÃO É MASSA, MAS TEM IDENTIDADE, CULTURA, SABE DISCERNIR CAMINHOS, POIS TEM DEUS COMO SENHOR.
POR ISSO AGRADECEMOS A DEUS PELA VOCAÇÃO LAICAL, E PEDIMOS SUAS BENÇÃOS PARA NOSSOS QUERIDOS LEIGOS, CATEQUISTAS, AGENTES DE PASTORAL, EM SUA FAMÍLIA, TRABALHO, VOCAÇÃO.
Grande abraçoa,

Díac. Flori

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

SEMANA DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA

Semana da pessoa com deficiência intelectual e múltipla 
de 21 a 28 de agosto de 2015


A Deficiência Intelectual, segundo a Associação Americana sobre Deficiência Intelectual do Desenvolvimento, caracteriza-se por um funcionamento intelectual inferior à média (QI). No dia a dia, isso significa que a pessoa com Deficiência Intelectual tem dificuldade para aprender, entender e realizar atividades comuns para as outras pessoas. Muitas vezes, essa pessoa se comporta como se tivesse menos idade do que realmente tem.
A deficiência múltipla é a ocorrência de duas ou mais deficiências simultaneamente - sejam deficiências intelectuais, físicas ou ambas combinadas. Não existem estudos que comprovem quais são as mais recorrentes.

Direitos e benefícios
A pessoa com Deficiência Intelectual tem os mesmos direitos que todos os outros cidadãos, assegurados pela Constituição Federal do nosso país: direito à vida, liberdade, igualdade, não discriminação, segurança, propriedade, educação, saúde, trabalho, moradia, lazer, previdência e assistência social, entre outros.
É dever de a família estimular e uma obrigação das instituições especializadas capacitarem a pessoa com deficiência, objetivando sua inclusão, onde terá direito a todos os benefícios assegurados aos demais trabalhadores e estudantes.


Necessitamos de uma Igreja mais inclusiva e acolhedora

 Ao longo da história, têm ocorrido avanços na participação de pessoas com deficiência no processo de sensibilização e conscientização em favor de uma Igreja mais inclusiva e acolhedora.

No Estado de São Paulo há um grupo de pessoas desde 1999 começou a sonhar em fazer com que a Igreja se tornasse mais acolhedora e assim respondesse as necessidades destes seus filhos com deficiência, sendo assim a aspiração e reivindicação dos grupos e organizações católicas proporam a Campanha da Fraternidade de 2006, cujo tema foi: "levanta-te e vem para o meio" (Marcos, 3, 3)”. Já aconteceram também 5 seminários onde os temas e lemas proclamaram a pessoa com deficiência em diversas situações necessidades.

No campo da Catequética a Catequese junto à pessoa com deficiência se destaca a presença da Igreja através de seus principais documentos catequéticos.

“Catechesi Tradendae” (1971) nº 41 nos relata: Trata-se antes de tudo, das crianças e dos jovens deficientes físicos ou mentais. Eles têm o direito, como os outros seus coetâneos, de conhecer o “mistério da fé”...

“Diretório Geral para a Catequese” no nº 189 diz que: “toda a comunidade cristã considera como pessoas prediletas do Senhor aquelas que, particularmente entre as crianças, sofrem de qualquer tipo de deficiência física e mental e de outras formas de dificuldades... Para que isso não ocorra, é preciso que a comunidade seja constantemente advertida e envolvida. As peculiares exigências desta catequese requerem, dos catequistas, uma específica competência e tornam ainda mais louvável o serviço dos mesmos”.

No Brasil, a CNBB se pronunciou através do Documento nº 26, “Catequese Renovada” (1983), o qual aponta no número 142: “A presença de deficientes físicos ou mentais numa família e comunidade eclesial as interpela evangelicamente e exige delas uma real identificação com o Cristo sofredor nesses seus irmãos mais fracos...

Esses documentos procuram orientar os trabalhos pastorais, apontando para suas necessidades e apontando para a necessidade de colocar a disposição “os recursos necessários” a fim de realizar o processo catequético, como também, que sejam criadas condições para que essa parcela da população possa participar da vida em comunidade.

O Diretório Geral para a Catequese (1995), é interessante perceber que este documento aponta que a catequese é um “direito” de todo o ser humano, e não fruto da deliberação do responsável pela comunidade local.
                       
Também deve ser superada a associação automática da pessoa com deficiência a imagem do Cristo Sofredor, temos muitas pessoas com deficiências que são felizes, e que o fato de terem nascido ou adquirido ao longo de sua vida uma determinada deficiência, não lhes tirou tal felicidade, não podemos deixar de associá-las ao Cristo Ressuscitado, ao Bom Pastor e outras imagens Cristológicas comumente utilizadas.
                       
Particularmente a partir do século XX em seus documentos catequéticos, a Igreja vê a necessidade de lhes dar a devida atenção e fazer esforços para superar todo tipo de discriminação. Nas comunidades, muitas pessoas se sentem chamadas para o trabalho junto às pessoas com deficiência; há inclusive catequistas e agentes de pastoral com algum tipo de deficiência (DNC nº 202).
           

O Relatório Mundial de Deficiência publicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) no ano de 2011 indica que mais de um bilhão de pessoas apresenta algum tipo de deficiência, configurando 15% (quinze por cento) da população mundial. No Brasil, o Censo Demográfico 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) eleva este percentual para a casa de 23,9% (vinte e três inteiros e nove décimos por cento), totalizando 45.606.048 (quarenta e cinco milhões, seiscentos e seis mil e quarenta e oito) pessoas assim declarantes.
A catequese junto à pessoa com deficiência tem uma caminhada longa dentro da vida da Igreja em valorizar a dignidade humana. Com seus seminários, campanhas, atividades: regionais, diocesanas, paroquiais. Destacamos os Seminários e a Campanha da Fraternidade, visando atender as pessoas com deficiência e termos nestes eventos a oportunidade de conhecermos a realidade da vida da pessoa com deficiência com as suas superações, vencendo os preconceitos e os estigmas de nossa sociedade, e a Igreja tentando acolher a todos proporcionando informação e formação.

Limeira, 20 de agosto de 2015.

                                               Vanilda Silveira e
Dom Vilson Dias de Oliveira, DC

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

DIA DO DIÁCONO - 10 DE AGOSTO

Este Ano Celebrado nas Regiões Pastorais da Diocese
“Não insistiu em nenhum outro desejo, mas o de oferecer-se a Deus como um holocausto” narrava Santo Ambrósio sobre São Lourenço que nasceu por volta do ano 225 na cidade hispânica de Huesca. Poucos são os fatos que a Tradição nos oferta sobre o nascimento e juventude de Lourenço, sendo o Polychromi Passio, a fonte que nos oferta os principais momentos de sua vida. Ainda jovem foi enviado para Saragoza para completar seus estudos humanistas e teológicos e lá conheceu Sisto, futuro papa, que no ano de 257 foi sagrado Papa, e ordenou Lourenço como diácono. Foi um dos primeiros a exercer a função que até então recebia o nome de “Arquidiácono de Roma”, posição de grande prestígio no meio eclesial da época. Após ele, outros seis jovens foram ordenados também diáconos.
Lourenço e os outros administravam os bens da Igreja e eram responsáveis pela distribuição dos mesmos aos pobres. Nesta época instaurou-se uma grande perseguição por parte do Imperador Valeriano que emitiu um edito que condenava a morte todos os religiosos, bispos, sacerdotes e diáconos deveriam ser mortos. Pouco tempo depois após a emissão do decreto, o Papa Sisto II foi preso. Narra Santo Ambrósio que Lourenço chorou ao ver seu Bispo ir ao martírio, mas explica: “Ele não chorou porque ele estava saindo para morrer, mas porque ele (Lourenço) iria sobreviver”.
Lourenço então gritou: “aonde vai sem seu diácono, meu pai?” e Sisto respondeu: “Eu não vou deixar você, eu não vou te abandonar meu filho… Em breve, depois de três dias você vai me seguir”! E Sisto foi decapitado. Após a sua execução o imperador definiu o prazo de três dias para as riquezas da Igreja serem entregues. Passado o prazo, Lourenço encaminhou-se ao imperador levando dezenas de pessoas e diante dele lhes disse: “Estes são o patrimônio (riquezas) da Igreja”. Enfurecido, o imperador mandou prender e matar Lourenço no dia 10 de agosto do ano 258.
Sua sentença foi ser queimado vivo e narra a Tradição que em dado momento disse Lourenço aos algozes: “podem me virar agora, pois este lado já está bem assado”. Foi sepultado no cemitério de Ciriaca, em Agro Verão, sobre a Via Tiburtina. 

Mensagem para o dia dos Diáconos

“Eu, porém, estou no meio de vós como aquele que serve”! – (Lc 22, 27)
Caríssimos Diáconos Permanentes!
Com alegria, uno-me a cada um de Vocês, neste dia em que celebramos a festa
litúrgica do grande Santo e Mártir São Lourenço.
Minha prece, neste dia, é para que Vocês sejam muito felizes e se realizem plenamente ouvindo e acolhendo com alegria o chamado de Deus em suas vidas.
Desejo que através do ministério diaconal Vocês possam revelar ao mundo a imagem misericordiosa de Cristo, Servo de todos.
A graça sacramental recebida no dia da ordenação diaconal dá aos Diáconos a força necessária para servir o Povo de Deus na DIACONIA da Liturgia, da Palavra e da Caridade, em comunhão com o Bispo e o seu presbitério (CIC 1588).
Assim, o Diácono assiste e serve os bispos e presbíteros que presidem a cada liturgia, vigiam sobre a doutrina e guiam o Povo de Deus.
Assim sendo, a identidade e a missão dos Diáconos na Igreja, é ser sinal de Cristo Servo, e animadores da Diaconia da Igreja, da vocação ao serviço de cada comunidade eclesial e de cada cristão.
O Diácono Permanente é chamado a viver a sua vocação num equilíbrio constante entre os ambientes profissional-familiar-eclesial. Por isso, ele não é só Diácono quando está no altar. Ele é Diácono imerso nas realidades do dia a dia, na história concreta que lhe cabe viver.
O grande Patrono São Lourenço os abençoe e proteja nos desafios da caminhada e na missão.
Nossa Senhora, a Servidora por excelência, os acompanhe e proteja. São José, o Homem de confiança de Deus, os abençoe e inspire na vocação diaconal e no cumprimento da vontade do Senhor.
Votos de todo bem e de toda graça.
Na ternura do Coração amoroso de Cristo, e de Maria, Mãe da Igreja e nossa, um abraço amigo e minha bênção extensiva às suas queridas famílias.

Dom Nelson Westrupp, scj

Oração do Diácono permanente

Deus e Pai Nosso, fortalece com a graça do Espírito Santo os diáconos de vossa Igreja, para que desempenhem com alegria, fidelidade e em espírito de comunidade eclesial, o seu ministério de diáconos, seguindo os passos de vosso Filho, Jesus Cristo, que “não veio para ser servido, mas para servir e dar a vida em resgate de muitos”. 
Nós vos pedimos pelas famílias dos diáconos casados: que sejam autênticas “igrejas domésticas”, segundo o exemplo da Sagrada Família de Nazaré, e delas surjam vocações sacerdotais e religiosas. Virgem Maria, Mãe da Igreja e Rainha dos Apóstolos, rogai pelos ministros do Senhor! São Lourenço, diácono e mártir, rogai pelos diáconos, servos do Povo de Deus!

Amém!

Missa na Paróquia Nossa Senhora Aparecida na Região Pastoral Rio Claro